Experiências reais com o processo Lumiaço.
Quem passa pelos cursos tende a descrever o mesmo ponto de virada: entender o que estava fazendo sem entender por quê — e como o retorno individual ajudou a mudar isso.
← Página InicialO que estudantes contam sobre os cursos
Luciana Ramos
São Paulo, SP · Fundamentos
Eu desenhava havia anos mas nunca entendi por que meus personagens pareciam parados mesmo quando tentava colocar ação. O curso de Fundamentos ajudou a ver que eu não estava trabalhando com antecipação — os movimentos começavam do lugar errado. O retorno nas primeiras semanas foi bem específico nesse ponto, e a diferença nos exercícios seguintes foi clara.
Julho de 2025
Gustavo Oliveira
Porto Alegre, RS · Estilo
O que eu precisava no curso de Estilo não era aprender a desenhar melhor, era entender o que eu já fazia que era meu e o que era cópia sem consciência. As sessões de mentoria foram bem úteis nessa parte — o Rafael conseguiu apontar um hábito de linha que eu nunca tinha percebido, e que aparecia em praticamente tudo que eu fazia. Levei umas três semanas para começar a sair daquilo.
Julho de 2025
Fernanda Mota
Curitiba, PR · Avançado
A curadoria de portfólio foi a parte mais inesperadamente útil do curso avançado. Eu achei que ia ser uma checagem final, mas foi um processo real de seleção e descrição de processo — com foco em como apresentar para estúdios de animação. Quando enviei candidaturas depois, as descrições fizeram diferença nos feedbacks que recebi.
Agosto de 2025
Diego Sousa
Recife, PE · Fundamentos
Fiz o curso sem experiência prévia em animação, só com desenho. A sequência faz sentido — você começa entendendo o que o movimento é antes de tentar registrá-lo. O único ponto que achei desafiador foi nas semanas do follow-through, mas o retorno que recebi ajudou a entender onde a lógica estava quebrando nos meus exercícios.
Junho de 2025
Aline Costa
Belo Horizonte, MG · Estilo
A parte de autorreview estruturada entre rodadas foi o que mais mudou minha relação com o próprio trabalho. Antes eu terminava uma ilustração e não sabia o que estava bom ou ruim nela — eu só sentia que algo estava errado. O processo de decompor o que eu estava fazendo, por componente, ajudou a criar uma referência interna que não dependia do olho de outra pessoa.
Julho de 2025
Pedro Lima
Florianópolis, SC · Avançado
O escopo definido junto com a mentor foi o que tornou o projeto avançado viável para mim. Eu queria fazer algo ambicioso demais no começo, e a conversa inicial ajudou a calibrar para o que era possível em 21 semanas sem abrir mão da qualidade. O resultado foi mais compacto do que eu imaginei, mas mais sólido do que qualquer coisa que eu tinha feito antes.
Agosto de 2025
Histórias que ilustram o processo
Ponto de partida
O problema com as cenas de ação
Juliana Teixeira, ilustradora de Porto Velho, desenhava personagens há quatro anos para projetos de quadrinhos independentes. Ela sabia enquadrar e conseguia criar composições funcionais, mas as cenas de ação pareciam estáticas — como se os personagens estivessem posando, não agindo. Ela não conseguia identificar de onde vinha o problema.
O que o curso trabalhou
Fundamentos do Movimento Desenhado
Ao longo de 6 semanas no curso de Fundamentos, o retorno sobre os primeiros exercícios apontou para um padrão: ela iniciava as poses no auge do movimento, sem construir a antecipação. O foco das semanas seguintes foi trabalhar especificamente isso — o que acontece antes do clímax de uma ação.
Resultados
Mudança de leitura nas cenas
No beat final do curso, os personagens de Juliana passaram a ter uma leitura de força que ela mesma não conseguia identificar antes de entender o princípio. Ela continuou no curso de Estilo no ciclo seguinte para trabalhar o desenvolvimento da linguagem visual.
"O retorno foi muito direto no ponto — não geral sobre 'melhorar', mas sobre o que especificamente estava quebrando a leitura." — Juliana T., julho de 2025
Ponto de partida
Estilo sem identidade
Rodrigo Andrade, de Campinas, tinha experiência em manga e fazia trabalhos de encomenda há dois anos. O problema era que ele não conseguia descrever o próprio estilo — cada trabalho parecia influenciado por uma referência diferente, e nenhum tinha consistência visual.
O que o curso trabalhou
Estilo de Ilustração e Linguagem Visual
Em 14 semanas, o processo de desconstrução de referências ajudou Rodrigo a entender o que ele estava importando de cada fonte e por quê. A sessão de mentoria na sétima semana identificou um traço de linha que aparecia de forma consistente nos seus trabalhos — e que ele nunca tinha percebido como elemento próprio.
Resultados
Consistência reconhecível nos trabalhos
Ao terminar a série temática do curso, Rodrigo tinha um conjunto de trabalhos que um amigo externo ao processo identificou como "do mesmo autor" sem saber da conexão. Ele passou a usar a série como base de portfólio para novos clientes.
"Demorei umas três semanas para sair de um hábito que não sabia que tinha. O processo de autorreview foi o que tornou isso possível." — Rodrigo A., junho de 2025
Números que contextualizam o trabalho
+140
Estudantes acompanhados
4,8
Avaliação média
3
Trilhas de formação
100%
Feedback individual
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